Recomenda-se o seguinte tratamento: Em primeiro lugar, o médico deve examinar a orofaringe para verificar se existem esporões de peixe na parede posterior da faringe ou na superfície das amígdalas bilateralmente, uma vez que a maioria dos doentes tem esporões de peixe presos na superfície das amígdalas, especialmente nas crianças. Em segundo lugar, se não existirem esporões de peixe na orofaringe, a hipofaringe deve ser examinada para determinar se existem esporões de peixe na raiz da língua, na fossa piriforme, na epiglote, na parede lateral da faringe, etc. Se existirem, os esporões de peixe podem ser removidos com pinças de corpo estranho sob a orientação de um laringoscópio indirecto. Em terceiro lugar, se o doente não conseguir visualizar o esporão de peixe através dos métodos acima referidos, é clinicamente aconselhável realizar uma laringoscopia electrónica, que pode ser mais intuitiva e precisa para verificar se existe um esporão de peixe na garganta. Em alguns doentes, se o espinho de peixe estiver preso profundamente e houver desconforto na base do pescoço e atrás do esterno, recomenda-se clinicamente a realização de uma gastroscopia electrónica.