No processo de realização de ressuscitação cardiopulmonar num paciente com paragem cardíaca ou respiratória, deve ser feita uma determinação clara da paragem cardíaca ou respiratória do paciente, e uma vez que o paciente tenha atingido o índice de ressuscitação relevante, a operação de ressuscitação cardiopulmonar deve ser iniciada imediatamente. No processo de compressões torácicas, os principais pontos a salientar são que o local das compressões e a posição da operação devem ser precisos, e que os requisitos consensuais de frequência de compressão, profundidade das compressões, tempo de compressão e relaxamento, e relação de compressão/ventilação devem ser clara e rigorosamente apreendidos e seguidos. Com a premissa de assegurar compressões torácicas correctas, a continuidade das compressões deve ser maximizada e o número e duração das interrupções nas compressões deve ser reduzido, o que é uma importante garantia de compressões torácicas de alta qualidade. O processo de abertura das vias respiratórias e de respiração artificial deve ser realizado de modo a evitar qualquer lesão ou dano adverso ao doente associado à hiperventilação. Os pacientes com fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso, que são passíveis de desfibrilação eléctrica, devem ser desfibrilados o mais cedo possível, ou mesmo desfibrilados antes da RCP, se as condições o permitirem.