A ruptura cutânea do membro inferior diabético sugere infecção e pode ser acompanhada por necrose do tecido cutâneo do membro inferior em casos graves. Deve ser dada a seguinte gestão clínica: 1. desinfectar a ferida local, mantê-la limpa e evitar a aplicação de pomadas tópicas, pois a aplicação de pomadas tópicas pode afectar a cicatrização da ferida. 2. prestar atenção à vermelhidão local da pele do doente, inchaço, calor e dor, e à presença de líquido e pus, etc. Se estas condições existirem, sugere-se a existência de uma infecção bacteriana. Tratamento anti-infeccioso Cephalosporin II ou III. 3. monitorar a glicemia do paciente. Se a glicemia do paciente estiver obviamente elevada, ajustar as drogas hipoglicémicas a tempo e mudar para insulina para controlar a glicemia se necessário, de modo a controlar melhor a infecção. 4. observar de perto a toxicidade sistémica do paciente, como a presença de febre, arrepios, falta de apetite, mau espírito, etc. Se houver um controlo deficiente da glicemia, agravamento da infecção local e sintomas de toxicidade sistémica, recomenda-se a consulta ao Recomenda-se o tratamento ambulatório no departamento de endocrinologia. Durante a hospitalização, será dado tratamento padronizado com glucose-lowering e anti-infecção, e tratamento de desbridamento, se necessário.