As radiografias são a medida radiológica mais básica. São utilizadas para diferenciar as diferentes densidades pela absorção das radiografias pelo corpo, sendo o osso de alta densidade e aparência branca, e a gordura e a água de baixa densidade e aparência negra. Contudo, os raios X comprimem todo o conteúdo num único plano, o que significa que todos os órgãos e tecidos são sobrepostos num único nível e não podem ser claramente distinguidos, e são geralmente utilizados apenas para determinar fracturas ou anomalias no contorno dos órgãos, mas têm pouco valor diagnóstico para outras doenças orgânicas. A tomografia computorizada é um passo à frente dos raios X, e pode fazer tomografia, com secções horizontais, de modo a que cada órgão do paciente seja claramente exposto em cada plano horizontal, em três dimensões, sem ser sobreposto um ao outro, e a localização e dimensão da lesão possa ser claramente determinada, e exames de melhoramento adicionais possam ser feitos para determinar a natureza da lesão. A ressonância magnética é fundamentalmente diferente dos raios X e da TC porque utiliza um campo magnético para a imagem. As células do corpo do paciente contêm iões positivos e negativos que criam um campo magnético fraco, que estão dispostos de forma diferente no campo magnético da ressonância magnética e mostram assim sinais diferentes. Em vez de ser chamada de alta densidade e baixa densidade, a RM é chamada de baixo sinal ou alto sinal. Para lesões isquémicas no cérebro, mostra-se melhor que a TC, enquanto que as lesões hemorrágicas são inferiores à TC. Para tumores relativamente pequenos ou outras doenças, a taxa positiva de resultados de RM será mais elevada, e a RM não tem radiação e é menos prejudicial para o corpo.