As fracturas das costelas no tórax estão normalmente associadas a uma história de traumatismo anterior, a um impacto violento que resultou numa fractura das costelas ou a uma osteoporose mais grave nos idosos, pelo que a história é considerada em primeiro lugar. Em segundo lugar, uma fractura de costela provoca dores no peito, respiração dolorosa, tosse, tosse com expectoração, sangue na expectoração, dor de esmagamento à compressão do tórax e, em alguns casos graves, colapso da parede torácica. Por fim, alguns doentes podem desenvolver um som de fricção óssea. Se este não for identificado, pode dever-se a uma fractura muito ligeira, apenas uma fissura sem fractura, o que também é um sintoma ligeiro. Se tal não for possível, é preferível efectuar um estudo imagiológico, uma radiografia ou uma TAC, que esclarecerá a situação.