Uma fratura do osso temporal que não tenha cicatrizado em seis meses é considerada como tendo uma cicatrização retardada ou mesmo não cicatrizada, e pode exigir uma nova intervenção cirúrgica, se necessário.
Normalmente, a fratura demora cerca de 3 meses a cicatrizar. Se a fratura não cicatrizar há mais de 6 meses, considera-se que a fratura está a cicatrizar tardiamente ou mesmo que não cicatriza, o que pode ser determinado através da revisão das radiografias.
Se a linha de fratura estiver esbatida e houver uma pequena quantidade de crescimento de crostas, considera-se que a consolidação da fratura é lenta, com atraso na cicatrização, não sendo necessária qualquer intervenção cirúrgica neste momento, a fim de garantir a estabilidade da extremidade da fratura, sem outros factores adversos, pode ser feita uma revisão ambulatória regular das radiografias, neste momento, a fratura ainda pode cicatrizar.
Se a radiografia mostrar que a fratura não está a crescer, ou se houver mesmo reabsorção do osso circundante, ou se a fratura ainda não estiver curada após 3 meses de observação, então a fratura é considerada não consolidada e é necessária uma intervenção cirúrgica nesta altura. A intervenção cirúrgica destina-se principalmente a aumentar a estabilidade da fratura, a remover os tecidos moles da fratura e a implantar o osso na extremidade da fratura para promover a sua consolidação.
Se uma fratura do osso temporal não cicatrizar em seis meses, a fratura deve ser tratada num hospital sob a orientação de um médico.