O teor muito baixo de oxigénio no sangue e a forma de actuação clínica adequada dependem em grande medida dos diferentes tipos de estado de hipoxia. Um deles é a hipoxemia, também conhecida como insuficiência respiratória de tipo I, em que o oxigénio deve ser administrado a uma concentração média a elevada, com um fluxo contínuo de oxigénio relativamente elevado até cerca de 40% e um fluxo de oxigénio de cerca de 2-4 L/min. O outro tipo é a hipercapnia com hipoxemia, ou seja, a insuficiência respiratória de tipo II, que é tratada com oxigénio contínuo de baixo fluxo e baixa concentração, com uma concentração de cerca de 30% e um fluxo de oxigénio de 1-2 L/min.