Tomemos como exemplo as articulações da anca e do joelho, a gama de doenças para as quais a cirurgia artificial da articulação é adequada são: 1, doença degenerativa da anca e da articulação do joelho, resultando em dor articular e dificuldade de movimento devido a danos na superfície articular, tais como osteoartrite da anca e do joelho; 2, doença secundária da anca e da articulação do joelho causada por trauma, tal como fractura do colo femoral e necrose da cabeça femoral, côndilos femorais e fractura do planalto tibial causada por artrite traumática da articulação do joelho 3. perturbações articulares congénitas tais como luxação congénita da anca e displasia do desenvolvimento da anca; 4. disfunção articular devida a outras perturbações articulares tais como artrite reumatóide, espondilite anquilosante e artrite hemofílica, etc. Todos os procedimentos acima referidos podem ser tratados de forma conservadora nas fases iniciais da doença e, se tal não for bem sucedido, outros procedimentos ortopédicos não destrutivos, tais como artroscopia e osteotomia, podem ser considerados. Só quando todos os outros métodos cirúrgicos não conseguirem resolver o problema é que a cirurgia reconstrutiva, ou seja, a substituição artificial da articulação, deve ser considerada. O objectivo final é aliviar a dor e melhorar a função da articulação, melhorando assim significativamente a qualidade de vida do paciente.