O tempo de vida do linfoma após a invasão da medula óssea varia de pessoa para pessoa.
O linfoma é uma doença maligna originada nos gânglios linfáticos ou nos tecidos linfáticos e o seu estado pode continuar a progredir e, na fase avançada da doença, as células tumorais podem invadir a medula óssea, afectando a função hematopoiética normal da medula óssea e, nessa altura, o doente pode sofrer de anemia grave, redução dos glóbulos brancos e das plaquetas.
Quando o linfoma invade a medula óssea, o estado do doente é muito grave e, se não for tratado a tempo, o período de sobrevivência do doente é muito curto e este pode morrer de doenças primárias, infecções graves ou complicações hemorrágicas, etc. Este tipo de doentes tem de ser tratado atempadamente com quimioterapia combinada. Estes doentes necessitam de tratamento atempado com quimioterapia combinada e transplante de medula óssea. Os medicamentos incluem a ciclofosfamida e a vincristina.
Alguns doentes podem entrar em remissão após o tratamento ativo, prolongando assim a sua sobrevivência, mas continuam a precisar de continuar a ser tratados com quimioterapia combinada, terapia dirigida (rituximab), etc. No entanto, o período exato de sobrevivência continua a ser difícil de prever, porque a doença pode progredir durante o tratamento e tornar-se fatal.
Recomenda-se que o doente consulte atempadamente o departamento de hematologia e que, sob a orientação do médico, seja formulado um plano de tratamento individualizado para tratar ativamente a doença.