Nos últimos anos, devido aos rápidos progressos da biologia molecular e da farmacologia moderna, os inibidores de quinase complexos de pequenas moléculas (TKI) desempenharam um papel importante no tratamento do cancro do pulmão e de outras doenças, melhorando consideravelmente o resultado terapêutico e o prognóstico do tratamento desses doentes. No entanto, a maioria dos doentes que tomam medicamentos TKIs eficazes desenvolvem resistência aos medicamentos por volta dos 8-10 meses, o que resulta na progressão da doença. No entanto, a escolha do tratamento após a progressão dos TKIs é uma questão de grande conhecimento! Para os doentes com mutações no EGFR, existem geralmente três cenários de resistência aos medicamentos após o tratamento com TKIs: 1) progressão rápida e abrangente, com o aparecimento de mais focos novos ou um aumento substancial do tamanho dos focos originais; 2) progressão lenta, sem o aparecimento de novos focos; e 3) estabilização dos focos originais, com o aparecimento de novos focos, mas com um número limitado de novos focos. Como é que se deve reagir nestes três casos? Para o primeiro caso, é definitivamente necessário mudar o medicamento, enquanto para o segundo e terceiro casos, é necessária uma decisão cuidadosa e, por vezes, é necessário reforçar o tratamento local, mantendo o tratamento original. Por exemplo, se houver um foco metastático isolado no cérebro no decurso do tratamento Eraser, é necessário um tratamento local da lesão cerebral, como o tratamento com faca gama, etc., continuando a aplicar o tratamento Eraser, para que o efeito eficaz do medicamento possa ser jogado ao máximo.