A epilepsia flácida do lobo occipital direito pode ser considerada para tratamento cirúrgico, embora devam ser cumpridas as indicações cirúrgicas relevantes.
Indicações para a cirurgia: As crises parciais, principalmente as crises parciais complexas refractárias com origem no lobo temporal, são mais eficazes se os focos epileptogénicos estiverem próximos do córtex cerebral, forem acessíveis à cirurgia e não produzirem défices neurológicos graves após a ressecção.
As condições para a ressecção de focos epilépticos são: (1) a localização dos focos epilépticos deve ser clara; (2) a ressecção dos focos deve ser relativamente limitada; e (3) não há risco de disfunção pós-operatória grave. A cirurgia envolve muitos aspectos e requer uma avaliação pré-operatória exaustiva com múltiplos exames, tais como neurofisiologia, neuroimagem, medicina nuclear, neuropsicologia, etc. A localização da área epileptogénica é a chave para o sucesso do tratamento cirúrgico da epilepsia.
A epilepsia do lobo occipital é uma doença cerebral e, devido à complexidade anormal do cérebro, todas as cirurgias cerebrais envolvem algum risco cirúrgico. O objetivo do tratamento cirúrgico da epilepsia é remover com segurança o tecido cerebral indutor de crises, que deve ser removido para evitar as crises.
A epilepsia do lobo occipital pode ser tratada com ressecção cortical se a medicação não funcionar, ou se não funcionar bem, e se os sintomas clínicos forem consistentes com um EEG e estudos de imagem. Teoricamente, a epilepsia flácida do lobo occipital do lado direito pode ser considerada para tratamento cirúrgico. No entanto, deve ser reavaliada em conjunto com investigações relevantes.
Além disso, após a cirurgia, os doentes com epilepsia do lobo occipital têm de prestar atenção à manutenção da higiene e limpeza do local da ferida e têm de seguir rigorosamente as instruções do médico para tomar medicação preventiva contra a infeção.