Os doentes com novos coronavírus apresentam uma elevação da proteína C-reactiva no sangue, que é um marcador inflamatório sintetizado pelo fígado, ou reativo inflamatório, e que, quando libertado pelo fígado, sugere frequentemente que está a ocorrer uma inflamação nalguma parte do corpo, quer seja bacteriana ou viral ou não infecciosa, como a gangrena após um ataque cardíaco ou uma embolia arterial num membro, desde que esteja a ocorrer uma inflamação nalguma parte do corpo, haverá uma elevação da proteína C-reactiva. Sempre que há inflamação numa parte do corpo, a proteína C reactiva está elevada. Outras doenças não infecciosas, como a artrite reumatoide, também utilizam a proteína C-reactiva como indicador da atividade da doença. Por conseguinte, ao diagnosticar esta nova infeção por coronavírus, a proteína C-reactiva não deve ser utilizada como base de diagnóstico, mas sim o nível de proteína C-reactiva deve ser utilizado para refletir o nível de inflamação, que é, na realidade, uma avaliação da gravidade do estado do doente. A proteína C-reactiva está elevada em doentes com infeção por coronavírus, mas não constitui prova de um diagnóstico de infeção por coronavírus. Fonte: Dr. Yurai