A taxa de cura do tumor das espermatogónias é elevada, geralmente superior a 90%. Naturalmente, depende também da fase em que o doente se encontra quando descobre a doença, sendo que quanto mais precoce for a descoberta, maior será a taxa de cura.
A espermatogónia é um tumor maligno comum das células germinativas do testículo masculino, representando cerca de 50% dos tumores testiculares. Este tumor não é muito maligno e é particularmente sensível à radioterapia e à quimioterapia, pelo que se diz que a taxa de cura ainda é relativamente elevada, podendo geralmente atingir mais de 90%.
Se o tumor espermatogonial for encontrado precocemente, por exemplo, no estágio clínico I, então após a orquiectomia, a radioterapia pode ser administrada aos linfonodos inguinais e linfonodos próximos à aorta abdominal, o que pode atingir uma taxa de cura clínica de cerca de 95%, e o prognóstico é relativamente bom.
Se o tumor de espermatogónias for detectado tardiamente e ocorrerem metástases locais, a radioterapia dos focos metastáticos após a ressecção cirúrgica do testículo também pode atingir uma taxa de cura relativamente elevada, que pode atingir cerca de 90% ou mesmo mais.
Assim, em geral, a taxa de cura do seminoma é ainda relativamente elevada, podendo atingir cerca de 90%-95%, o que constitui um tipo de tumor maligno testicular com muito bom prognóstico. No entanto, a situação de cada pessoa é diferente, o tipo específico deve basear-se nos resultados patológicos.
É de salientar que, uma vez diagnosticado o tumor espermatogonial, é necessário consultar imediatamente um médico e seguir sem demora as instruções do médico relativamente ao exame e ao tratamento.