O principal sintoma é que a pálpebra superior não pode ser levantada e a criança aperta frequentemente o músculo frontalis – enrugando a testa, encolhendo os ombros para ajudar a levantar a pálpebra – ou em casos graves, inclinando a cabeça para ver. Em casos graves, a pálpebra pode ter de ser inclinada para trás. Se a ptose exceder a pupila, pode causar ambliopia no olho afectado. O momento da cirurgia para corrigir a ptose em crianças: Na ptose congénita grave, em que a margem superior da tampa cobre mais de 1/2 da pupila, a cirurgia deve ser realizada o mais cedo possível para prevenir a ambliopia; na ptose leve a moderada, que não afecta o desenvolvimento visual normal da criança, a cirurgia pode ser realizada aos 6-7 anos de idade antes da escola. As crianças individuais podem ser tratadas com anestesia local quando são capazes de cooperar. Crianças com hipermetropia moderada a elevada, astigmatismo e estrabismo com ptose devem ser operadas de imediato, pois podem ter ambliopia grave mesmo que a ptose não seja grave. Existem várias opções cirúrgicas para a ptose: Existem vários tipos de cirurgia da ptose, dependendo do grau de ptose. Dependendo da força do músculo elevador e do estado do paciente, podemos escolher entre várias opções cirúrgicas diferentes: máscara do elevador, encurtamento do elevador e suspensão frontalis. A suspensão frontalis é mais eficaz em crianças e está mais de acordo com a anatomia fisiológica dos olhos da criança.