A necessidade de cimento ósseo em caso de lesão do corpo vertebral lombar deve ser decidida com base na condição física e na doença específica do doente. Se não houver contraindicação para a utilização de cimento ósseo, se não houver rutura do bordo posterior do cone, se não houver compressão do nervo ou da medula espinal e se não houver deslocamento óbvio do canal espinal, o cimento ósseo pode ser injetado para tratar a situação; se houver contraindicação para a utilização de cimento ósseo e se houver compressão e deslocamento, o cimento ósseo não é geralmente utilizado.
A terapia com cimento ósseo é um tratamento minimamente invasivo e altamente eficaz, que permite uma recuperação precoce, reduzindo assim o risco de complicações de acamamento, e é praticamente isento de efeitos secundários e toxicidade.
Em doentes com lesões no corpo vertebral lombar e defeitos ósseos parciais, o cimento ósseo pode ser utilizado como material de enchimento para preencher os defeitos ósseos através de uma cirurgia de cimento ósseo minimamente invasiva, se não existirem contra-indicações para a cirurgia de cimento ósseo.
Se o paciente pertence a um grupo sensível, propenso a alergia, ou acompanhado de diabetes e outras doenças, o que pode levar à infeção, não é adequado para a cirurgia de cimento ósseo. Se houver uma rutura na margem posterior do corpo vertebral danificado, a injeção de cimento ósseo também não é permitida, de modo a evitar que o cimento ósseo entre no canal vertebral e comprima a medula espinhal, o que pode causar sérios danos.
Quando ocorre uma lesão do corpo vertebral lombar, recomenda-se a procura atempada de tratamento médico e, sob a orientação do médico, a escolha do tratamento adequado de acordo com as condições específicas do doente, de modo a evitar o retardamento da doença.