O enfarte do tronco cerebral pode, em geral, recuperar até ao grau de autocuidado, estando a recuperação específica relacionada com a condição física do doente, com o exercício ativo, com a área do enfarte e assim por diante. Recomenda-se que os doentes com enfarte do tronco cerebral sigam as instruções do médico para realizarem ativamente o tratamento e o exercício físico. O enfarte do tronco cerebral é causado principalmente por esclerose da artéria vertebral-basilar, estreitamento do lúmen arterial, etc. É comummente observado na doença aterosclerótica cerebral, e os doentes apresentam principalmente tonturas, inclinação dos olhos, dificuldade em engolir e até mesmo perturbações da consciência. O prognóstico varia de doente para doente devido a diferenças na dimensão do enfarte do tronco cerebral, na condição física individual e no facto de o doente realizar ou não ativamente exercícios funcionais em diferentes populações. De um modo geral, a maioria dos doentes pode recuperar até um nível de auto-cuidado e pode basicamente satisfazer as necessidades diárias do organismo. No entanto, os doentes com enfartes maiores ou com piores condições subjacentes podem ter um pior prognóstico e ficar com sequelas. Recomenda-se que os doentes com enfarte do tronco cerebral cooperem ativamente com os médicos no tratamento, façam exercício funcional e tentem manter uma boa disposição, a fim de promover a recuperação da doença.