A farinha de milho, enquanto grão grosso, é adequada para os doentes diabéticos comerem como alimento básico, o que favorece o controlo da glicose no sangue, mas não pode baixar a glicose no sangue, e qualquer ingestão de alimentos provoca diferentes graus de elevação da glicose no sangue. A farinha de milho é um grão grosseiro, comparado com o arroz refinado e a farinha branca, rico em fibras alimentares, com um teor relativamente baixo de hidratos de carbono, baixo teor calórico, saciedade, digestão e absorção relativamente lentas, baixo índice glicémico, pelo que é um alimento básico adequado para os doentes diabéticos. No entanto, a farinha de milho não tem o efeito de baixar a glicose no sangue, pelo que os doentes diabéticos devem seguir os conselhos médicos para o tratamento. Para as pessoas com diabetes ou que necessitam de reduzir a gordura, o consumo de produtos à base de farinha de milho pode ajudar a estabilizar os níveis de glicose no sangue e reduzir a ingestão de calorias, com alguns benefícios. Embora a farinha de milho tenha muitos benefícios, não é adequada para todas as pessoas, tais como pacientes com úlcera péptica grave e outras doenças, o consumo de farinha de milho pode aumentar a carga sobre o trato gastrointestinal, resultando no agravamento da condição original; as pessoas idosas e frágeis que consomem demasiada farinha de milho podem provocar indigestão, distensão abdominal, dor abdominal e outros sintomas. Se necessário, o doente pode consultar um médico profissional e, sob a orientação do médico, elaborar uma receita personalizada, de modo a evitar que uma alimentação incorrecta tenha consequências adversas.