Em adultos com hemiplegia, 65-75% das funções dos membros inferiores podem ser restauradas, mas na maioria das vezes o antepé não pode ser levantado e o antepé raspa o chão ao andar, tornando-o difícil de andar e também propenso a quedas resultando em fracturas ou outras lesões. O que pode ser feito? Graças aos recentes avanços na tecnologia de reabilitação, existe agora uma boa solução para este problema, que é a reconstrução da função de marcha dos membros inferiores em pacientes hemiplégicos. Como é que isto é feito? A maioria dos pacientes com hemiplegia totalmente recuperada necessita geralmente de ser equipada com um apoio específico e adequado (p. ex., um apoio para os pés), mas para além de ser volumosa e inconveniente para colocar e descolar, uma pequena cirurgia com alongamento ou deslocamento do tendão pode resolver o problema da queda do antepé e raspar o chão. Como é escolhido o momento da reconstrução? A recuperação do movimento em pacientes hemiplégicos ocorre frequentemente 3-4 meses após o AVC, quando a qualidade da marcha pode ser consideravelmente melhorada. O melhor momento para escolher a cirurgia para melhorar um pé torto para cima é após 8 meses de hemiplegia em adultos. Após a cirurgia, não só a cinta pode ser abandonada, como também o pé pode ser abandonado, o pé pode ser descaído e o chão pode ser corrigido, a função de caminhar e andar pode ser melhorado, e o progresso da atrofia muscular dos membros inferiores pode ser evitado. Anexação: Caso: Che, homem, 54 anos, 1,5 anos após hemiplegia, hemiplegia direita, deformidade de inversão em ferradura do pé direito, afectando a função de marcha, foi realizada uma cirurgia de reconstrução funcional. A figura abaixo. Antes da correcção do pé torto em paciente hemiplégico Antes da correcção do pé torto em paciente hemiplégico Depois da correcção do pé torto em paciente hemiplégico