Métodos de rastreio para cirrose: a. O exame ultra-sónico do fígado pode revelar redução do volume hepático, heterogeneidade da superfície, irregularidade do envelope hepático, desproporção do lóbulo, ecogenicidade do parênquima hepático, e por vezes nódulos hipoecóicos, bem como baço aumentado e diâmetro interno da veia porta alargada. As características de imagem acima referidas podem também ser vistas nas tomografias e ressonância magnética do fígado, tais como lóbulos hepáticos desproporcionados, volume hepático reduzido, e baço aumentado. Terceiro, teste de rigidez elástica transitória do fígado, que pode diagnosticar cirrose quando o valor deste teste é superior a 17,5KPa. Quarto, a biopsia de punção hepática é o padrão de ouro para o diagnóstico de cirrose hepática. A punção hepática revela que a estrutura lobular normal do fígado é destruída e substituída por pseudolóbulos com proliferação de tecido conjuntivo fibroso, que é uma manifestação característica da cirrose. Em quinto lugar, se aparecerem varizes esofagogástricas fúndicas na fase de descompensação da cirrose, as varizes esofagogástricas fúndicas são visíveis através da gastroscopia, com alterações semelhantes a esferas.