Não se recomenda o uso de medicina chinesa para a tuberculose secundária. No caso da tuberculose secundária, o mais importante é o tratamento anti-tuberculose ativo, sendo importante utilizar medicamentos anti-tuberculose durante todo o curso da doença, precocemente, em combinação e de forma regular, como o tratamento com isoniazida, rifampicina, etambutol e pirazinamida. A tuberculose é uma doença grave que pode mesmo levar à morte; por conseguinte, deve ser tratada com seriedade. Atualmente, o tratamento da tuberculose é muito maduro e eficaz e a eficácia de vários medicamentos anti-tuberculose foi determinada de forma conclusiva, pelo que, com a cooperação ativa do doente e a seleção de um plano de tratamento adequado, a cura da tuberculose torna-se possível. Quanto à medicina tradicional chinesa, devido à qualidade das próprias ervas e à eficácia desconhecida dos medicamentos, ainda não existem provas claras de que a medicina tradicional chinesa tem um efeito terapêutico na tuberculose. A composição complexa dos medicamentos chineses, sobreposta aos medicamentos anti-tuberculose, é mais suscetível de causar problemas hepáticos, pelo que os doentes devem tomá-los com precaução. Os doentes com tuberculose devem prestar atenção ao reforço da nutrição, prestar mais atenção ao repouso e rever regularmente os indicadores relevantes.