Cerca de 80% das crianças com paralisia cerebral têm diferentes graus de deficiência linguística, com uma maior incidência em crianças com tetraplegia, frequentemente precedida por dificuldades em sugar, engolir e mastigar, e manifestada como articulação desartruída, disartria, distúrbios de expressão linguística, e até afasia. As principais causas das perturbações da linguagem em crianças com paralisia cerebral são: (1) perturbações vocais; (2) perturbações dos órgãos de articulação (maxilar, boca, lábios, língua, etc.); e (3) atraso no desenvolvimento da linguagem. A abordagem científica da formação linguística para crianças com paralisia cerebral é treinar primeiro todo o estado corporal da criança com paralisia cerebral antes de treinar o órgão de construção, uma vez que o movimento do órgão de construção é influenciado por todo o estado corporal. Dito de forma simples, todo o corpo é controlado. Só quando o corpo inteiro está num estado normal é que a criança com paralisia cerebral pode pronunciar sons normalmente e o maxilar, a boca e a língua podem mover-se normalmente. Portanto, o treino linguístico para crianças com paralisia cerebral requer métodos científicos de treino. Detecção precoce, diagnóstico precoce e tratamento precoce pelos pais!