A afirmação de que um doente com enfarte do miocárdio ligeiro pode viver até 20 anos não é apoiada por provas e dados científicos e não é verdadeira. O tempo de sobrevivência do doente está relacionado com o grau da doença, as medidas terapêuticas e a gestão do prognóstico e outros factores, não podendo ser generalizado.
O enfarte do miocárdio é o tipo clínico mais crítico de doença coronária, que pode facilmente levar à morte súbita, sendo esta doença facilmente complicada por outros sintomas, com uma elevada taxa de mortalidade. Para os doentes com doença ligeira, após tratamento científico e normalizado, os sintomas podem geralmente ser aliviados e o tempo de sobrevivência do organismo pode ser prolongado.
Deve notar-se que as medidas de tratamento, a gestão do prognóstico, a constituição pessoal, o grau de doença e outros factores afectarão o tempo de sobrevivência final do doente, pelo que a duração da vida dos doentes com enfarte do miocárdio ligeiro não pode ser generalizada e não existe um máximo de 20 anos de vida.
Recomenda-se que os doentes com enfarte do miocárdio cooperem ativamente com os médicos para o tratamento, reforcem a gestão do prognóstico na vida quotidiana e se desloquem regularmente ao hospital para fazer novas verificações e reforçar os cuidados psicológicos, o que pode controlar eficazmente a doença e prolongar o tempo de sobrevivência.