Princípios da adaptação de aparelhos auditivos para crianças

  1. diagnóstico audiológico e médico exacto: o diagnóstico audiológico e médico deve ser claro (incluindo a integridade do ouvido médio, ouvido interno e nervo auditivo, estruturas cocleares; neuropatia auditiva, síndrome do grande condutor vestibular e outras síndromes de doenças metabólicas e genéticas, etc.)  2. obter valores precisos e completos da banda de frequência (deve incluir pelo menos 0,5k, 1k, 2k e 4kHz pontos) do grau de perda auditiva (recomenda-se não utilizar resultados directos multi-frequência em estado estável), ou seja, obter um perfil auditivo previsto preciso para ambos os ouvidos que possa ser utilizado para a adaptação de aparelhos auditivos.  3. adaptação médica: Para além de aparelhos auditivos e audiologia, a adaptação de aparelhos auditivos envolve também uma avaliação médica abrangente do bebé. Estes incluem o diagnóstico de atraso de desenvolvimento, laço de língua, síndrome do grande conduto vestibular, neuropatia auditiva, paralisia cerebral e inteligência, infecção por citomegalovírus, desenvolvimento auditivo e desenvolvimento mental da criança.  4. a perda auditiva bilateral deve ser testada bilateralmente e equipada com aparelhos auditivos.  5. evitar a não intervenção e a intervenção inadequada: quando não se obtém resposta do exame audiológico subjectivo e objectivo, presume-se muitas vezes que não há audição residual, mas na realidade a maioria tem alguma audição residual, pelo que a adaptação do aparelho auditivo não deve ser abandonada numa idade precoce (menos de 1 ano). Se os aparelhos auditivos não funcionarem, então os implantes cocleares podem ser considerados.  6. evitar a intervenção excessiva. No caso de aparelhos auditivos que não devem ser adaptados, já sabemos que existe um problema de atraso no desenvolvimento auditivo e erros de teste (os testes devem ser repetidos duas vezes) (cerca de 7%), especialmente em pacientes com um diagnóstico de perda auditiva leve a moderada. O problema do sobre-diagnóstico na intervenção precoce (menos de seis meses de idade) pode ocorrer, e o sobre-diagnóstico conduz inevitavelmente a uma sobre-intervenção, o que deve ser feito com moderação.  7. escolher um aparelho auditivo de alto desempenho para bebés e crianças, sempre que possível. Os aparelhos auditivos de alto desempenho têm a vantagem da alta fidelidade do som expandido, de uma vasta gama de sons e da capacidade de processar o som rapidamente e bem.  8. os aparelhos auditivos devem ser instalados precocemente e a reabilitação auditiva e de fala orientada para a família deve ser respeitada.  9. utilização e manutenção adequadas de aparelhos auditivos e moldes para os ouvidos e visitas regulares de acompanhamento.