Qualquer cirurgia cardíaca acarreta um certo risco e, embora a cirurgia cardíaca minimamente invasiva tenha uma elevada taxa de sucesso, existe ainda a possibilidade de a cirurgia falhar. A cirurgia cardíaca minimamente invasiva tem uma incisão mais pequena do que a cirurgia cardíaca aberta tradicional, um risco cirúrgico relativamente mais baixo e uma recuperação pós-operatória mais rápida, mas ainda existem certos riscos e a cirurgia ainda tem uma certa probabilidade de falhar. Por conseguinte, os doentes com patologias complicadas devem escolher cuidadosamente o método cirúrgico de acordo com as suas condições e o conselho do médico. Atualmente, a cirurgia cardíaca minimamente invasiva é mais eficaz, com uma taxa de sucesso mais elevada e incisões cirúrgicas mais pequenas. A cirurgia cardíaca minimamente invasiva pode normalmente ter alta em cerca de três dias após o exame e o consentimento do médico, mas é necessária uma revisão um mês após a operação. A cirurgia cardíaca minimamente invasiva não é adequada para todos os doentes, pelo que é necessário seguir a opinião do médico na escolha do procedimento após um exame exaustivo.