Depende do tamanho, localização e natureza do aneurisma cerebral, quer tenha rompido ou não, da idade do paciente e do seu estado básico de saúde, e de muitos outros factores. Se o aneurisma for pequeno e não romper ou sangrar, não afectará a esperança de vida do paciente. Não é necessário estar demasiado nervoso, mas é aconselhável melhorar ainda mais os testes relevantes e deixar o médico avaliar o paciente antes de decidir se e que tipo de tratamento é necessário. No entanto, em geral, os aneurismas cerebrais são extremamente perigosos e, se não forem tratados prontamente para evitar a ruptura, podem constituir uma séria ameaça à vida do paciente e encurtar a sua esperança de vida. As pessoas mais velhas e com uma combinação de condições subjacentes, tais como hipertensão, doenças cardíacas, doenças pulmonares crónicas e doenças renais em particular, deveriam estar mais vigilantes. Em conclusão, o tempo que um paciente pode viver com um aneurisma cerebral varia de pessoa para pessoa. Recomenda-se que uma vez que o diagnóstico seja claro e após uma avaliação exaustiva, a cirurgia pode ser realizada se as condições o permitirem, e é geralmente curável e não se repete. No entanto, alguns aneurismas cerebrais que crescem em locais extremamente perigosos podem também ser fatais quando a cirurgia é realizada.