Os doentes com cancro gástrico podem comer taro com moderação durante a dieta normal. O taro é um alimento comum na nossa vida, que contém nutrientes necessários ao corpo humano, como proteínas, hidratos de carbono, caroteno e minerais, entre outros. Os doentes com cancro gástrico ficam mais frágeis durante o período de doença, e comer taro pode suplementar os nutrientes do corpo, o que favorece o funcionamento normal do organismo. No entanto, o taro contém muito amido e, se o estado dos doentes com cancro do estômago for grave, a função digestiva gastrointestinal pode ser afetada, pelo que não se recomenda o consumo excessivo de taro durante este período, para evitar sobrecarregar a função digestiva gastrointestinal e provocar distensão abdominal, dor abdominal ou perda de apetite e outros desconfortos. Quando os doentes com cancro gástrico comem taro, tentam fritá-lo em puré ou cozê-lo a vapor, para que os nutrientes contidos no taro possam ser digeridos e absorvidos pelo trato gastrointestinal a tempo. Sugere-se que os doentes regulem a sua dieta sob a orientação de médicos.