A metilcobalamina não é glutamina. A metilcobalamina e a glutamina são duas drogas diferentes. Na prática clínica, a metilcobalamina é principalmente utilizada para alimentar os nervos periféricos e pode tratar a dormência e a dor nos membros, tais como a neurite periférica causada pela diabetes, ou danos nos nervos periféricos devido ao consumo pesado de álcool a longo prazo, e pode também tratar a paralisia facial. O glutationa pode ser utilizado para regular a função dos nervos vegetais, e é principalmente utilizado em pacientes com neurastenia, tensão pré-menstrual, disfunção autonómica, neurose cardíaca, neurose gastrointestinal, insónia e outros sintomas. Para além do seu efeito neurotrópico, a metilcobalamina combinada com ácido fólico pode tratar a hiper-homocisteinemia, pelo que é mais amplamente utilizada na prática clínica.