A infiltração de linfoma não-Hodgkin refere-se à metástase do linfoma não-Hodgkin do local original da doença para outros tecidos ou órgãos, e o doente terá gânglios linfáticos aumentados, e os gânglios linfáticos adjacentes fundir-se-ão para formar uma massa e aderirão à pele. Além disso, quando o linfoma não Hodgkin invade os pulmões, os doentes apresentam tosse, dispneia e aperto no peito. Se o linfoma não Hodgkin invadir o anel linfático da faringe, provoca sintomas como congestão nasal, hemorragia nasal e dificuldade em engolir. Além disso, se o linfoma não-Hodgkin invadir o trato digestivo, os doentes manifestarão dor abdominal, massa abdominal, diarreia, etc. Além disso, os doentes também apresentam sintomas sistémicos, como fadiga, suores noturnos (suores anormais depois de adormecerem e que param depois de acordarem), emaciação, febre, etc. Para os doentes que desenvolvem infiltração de linfoma não Hodgkin, é necessário utilizar, sob a orientação de médicos, medicamentos quimioterapêuticos como a doxorrubicina e a ciclofosfamida, bem como medicamentos específicos como o rituximab e o ibrutinib. Além disso, os doentes também podem ser tratados com radioterapia ou transplante de células estaminais hematopoiéticas. Em geral, o linfoma não Hodgkin tem um elevado grau de malignidade e um mau prognóstico. Sugere-se que a infiltração do linfoma não-Hodgkin necessita de tratamento médico atempado e que é necessário seguir os conselhos do médico para escolher as medidas de tratamento adequadas.