Como lidar com alucinações num ataque cerebral

Os doentes com enfarte cerebral experimentam alucinações, que podem ser tratadas com pequenas doses de medicamentos antipsicóticos em casos graves, e clinicamente com olanzapina oral. Ao mesmo tempo, a causa do problema deve ser activamente analisada e tratada em conformidade. As alucinações em doentes com enfarte cerebral podem ser causadas pelo próprio enfarte, ou podem ser causadas por hiponatraémia durante o tratamento do enfarte. O próprio enfarte cerebral causa-os, principalmente em pacientes com lesões nos lobos frontal e temporal, e se o enfarte em si for a causa, o enfarte cerebral deve ser tratado de forma agressiva. Em doentes com fases ultra-areais, a terapia trombolítica intravenosa pode ser administrada se os sinais e sintomas forem graves e se a trombólise for apropriada; se a trombólise não for apropriada ou se a janela de tempo para a terapia trombolítica tiver sido excedida, deve ser administrada aspirina tanto quanto possível para contrariar a agregação plaquetária e, ao mesmo tempo, a neuroprotecção, bem como o tratamento para melhorar a circulação sanguínea. O butalbital também pode ser dado se necessário para melhorar os sinais e sintomas de défices neurológicos. Os electrólitos devem ser monitorizados e se se desenvolver hiponatraemia, esta deve ser prontamente corrigida, principalmente através da administração de sal concentrado intravenoso para prevenir o coma em caso de hiponatraemia grave.