Acredita-se geralmente que o desenvolvimento do odor corporal está intimamente relacionado com as glândulas sudoríparas e que se deve à interação das secreções das glândulas sudoríparas com as bactérias da pele, que produzem ácidos gordos insaturados e se manifestam como um odor peculiar.
A patogénese exacta da halitose não é clara, mas acredita-se geralmente que a produção de odor está intimamente relacionada com as glândulas sudoríparas das axilas. Além disso, factores genéticos, factores externos (calor do verão, stress emocional, exercício extenuante, etc.), factores dietéticos (consumo de alho ou cebola crua e outros alimentos com odores irritantes), etc. podem desencadear ou agravar o mau cheiro da raposa.
O odor a raposa ocorre sobretudo nas axilas, podendo também ocorrer em alguns doentes na aréola, fossa umbilical, vulva, canal auditivo externo e perianal e noutras partes do corpo, manifestando-se como um odor pungente especial, ligeiro apenas nas actividades de transpiração em simultâneo, e o silêncio pesado, sem exercício também existe no odor.
Recomenda-se que os doentes mantenham a pele limpa e seca, como tomar banho com frequência, mudar de roupa, manter a temperatura e a humidade do ambiente adequadas, etc. Se necessário, dirija-se a um hospital regular e escolha o melhor tratamento sob a orientação do médico, como tratamento cirúrgico, medicação e assim por diante.