A RM da prostatite mostra principalmente sinal baixo focal ou difuso em T2WI na banda periférica, DWI ligeiramente restrito e ADC de sinal igual ou baixo. A prostatite é maioritariamente causada por infecções como bactérias ou Chlamydia trachomatis, e a inflamação coloca a próstata num estado inchado e congestionado. A banda periférica normal da próstata tem um sinal elevado em T2WI, ao passo que, devido ao inchaço e à congestão da próstata, a banda periférica apresenta um sinal baixo anormal no mapa T2WI da ressonância magnética (RM), que pode apresentar um sinal baixo difuso, multifocal ou focal, e pode haver uma irregularidade de sinal na banda central. Devido ao inchaço, as bandas periféricas podem também apresentar um primeiro grau ligeiro de imagem ponderada em difusão (DWI), ou seja, sinal igual ou ligeiramente elevado na DWI e sinal igual ou ligeiramente baixo no coeficiente de difusão aparente (ADC). Atualmente, o diagnóstico da prostatite baseia-se principalmente nas manifestações clínicas, no exame rectal, no exame do líquido prostático e da urina, e a imagiologia também utiliza frequentemente a ultrassonografia, enquanto a RM é utilizada principalmente para o diagnóstico diferencial com outras doenças da próstata, como o cancro da próstata.