O enfarte cerebral pode causar atrofia do músculo da coxa, mas depende da situação específica do doente, os doentes que podem andar normalmente após o enfarte cerebral geralmente não têm atrofia muscular, enquanto os doentes que estão paralisados na cama podem ter atrofia do músculo da coxa.
Se os doentes com enfarte cerebral não tiverem sequelas ou se as sequelas forem ligeiras, se o impacto na função dos membros inferiores for pequeno e se puderem ter actividades normais, não terão atrofia muscular da coxa. Se o doente após enfarte cerebral tiver hemiplegia, ficar acamado durante muito tempo, os membros inferiores perderem a função motora, então o músculo da coxa aparecerá com atrofia residual.
Os doentes com enfarte cerebral devem realizar ativamente o tratamento de reabilitação após a estabilização da sua condição e, se tiverem hemiplegia e os membros não puderem ser movidos, podem ser-lhes dadas actividades passivas para os membros, de modo a evitar o aparecimento de atrofia dos músculos dos membros.