A fosfatase alcalina normal não pode excluir o cancro do fígado, e o diagnóstico de cancro do fígado não depende do valor da fosfatase alcalina. A fosfatase alcalina sérica é derivada principalmente do fígado e do osso. A fosfatase alcalina elevada é comum em pacientes com obstrução biliar, hepatite, cirrose e doença óssea fibrosa. A fosfatase alcalina pode estar normal ou elevada em doentes com carcinoma hepatocelular. Por conseguinte, a fosfatase alcalina não pode ser utilizada como indicador de diagnóstico de carcinoma hepatocelular e o carcinoma hepatocelular não pode ser excluído por uma fosfatase alcalina normal. O diagnóstico do cancro do fígado deve ser apoiado pela história clínica, pela alfa-fetoproteína, pela ecografia, pela TAC e por outros exames imagiológicos. A elevação anormal da alfa-fetoproteína é um marcador tumoral específico do cancro do fígado. A elevação anormal da alfa-fetoproteína, associada à ecografia, à TC e a outros exames imagiológicos para detetar lesões que ocupam espaço no fígado com um rico fornecimento de sangue, pode ajudar a diagnosticar o cancro do fígado. A fosfatase alcalina normal não pode excluir o carcinoma hepatocelular, pelo que os doentes devem dirigir-se ao hospital atempadamente para melhorar os exames relevantes, a fim de esclarecer se têm carcinoma hepatocelular.