Os pacientes que têm um transplante para linfoma em geral são um grupo de risco relativamente elevado, caso contrário algumas formas mais brandas de linfoma, como o linfoma difuso de grandes células B, têm uma taxa de cura de 60-70% apenas com quimioterapia precoce com R-CHOP. Assim, para aqueles que fizeram transplantes autólogos de células estaminais, que são relativamente de alto risco ou agressivos, há uma taxa de recaída, mas é significativamente mais baixa do que apenas após a quimioterapia. A taxa de recorrência varia em função da pré-doença, da malignidade da doença e do tipo de patologia da doença, por exemplo linfoma difuso de grandes células B de origem mediastinal ou linfoma difuso de grandes células B de origem esquelética simples, o prognóstico é completamente diferente, ou para o linfoma maligno com envolvimento extensivo na fase IV, a taxa de recorrência do transplante autólogo de células estaminais é também diferente. Contudo, a taxa de recidivas é de cerca de 20-30% ou mesmo 40-50% para estatísticas puras, mas a taxa de recidivas após transplante é certamente inferior à da quimioterapia apenas. Após o transplante alogénico de células estaminais, a taxa de recidivas é inferior à do transplante autólogo de células estaminais, mas as complicações relativas são ligeiramente superiores devido à necessidade de terapia anti-rejeição. Contudo, a taxa de recidivas do linfoma de células T é ligeiramente superior à da célula B, que é a estatística geral.