Ressecção biliar durante seis meses com dores abdominais, febre alta e iterícia, desconforto epigástrico e outros sintomas que considerem cálculos biliares intra e extra-hepáticos, recomenda-se a realização de tratamento cirúrgico.
1. cálculos biliares extra-hepáticos: os pacientes têm manifestações clínicas de dor abdominal, calafrios, febre alta e iterícia. A ecografia é o método de exame preferido. Os procedimentos cirúrgicos incluem a coledocotomia, a drenagem do tubo em T e a anastomose biliar-intestinal.
2) Cálculos das vias biliares intra-hepáticas: os doentes apresentam distensão e desconforto na parte superior do abdómen, no tórax e nas costas, bem como calafrios e febre alta. A ecografia pode estabelecer um diagnóstico claro. As modalidades cirúrgicas incluem a coledocotomia para remoção dos cálculos, a anastomose biliar-intestinal e a hepatectomia.
Após a colecistectomia, a anatomia é alterada de modo a que a bílis não volte para a vesícula biliar para ser concentrada e armazenada, sendo esvaziada diretamente no intestino. Se se desenvolverem cálculos nos canais biliares extra-hepáticos ou nos canais biliares intra-hepáticos, podem ainda ocorrer sintomas clínicos.
Seis meses após a colecistectomia, ainda existem sintomas que devem ser tratados sob a orientação de um profissional médico.