Quando se faz uma análise ao sangue, a PCR refere-se à proteína C-reactiva, que é uma proteína reactiva aguda de fase temporal, útil sobretudo para indicar a gravidade da resposta inflamatória sistémica. Se os sintomas não forem demasiado graves, a proteína C-reactiva não é, em geral, demasiado elevada, situando-se em cerca de 10 μg/L e abaixo de 15 μg/L. Se não for demasiado sintomático e a proteína C-reactiva subir particularmente, é normalmente observado em pessoas mais velhas, em que a percepção dos sintomas não é geralmente tão pronunciada, mas a inflamação associada pode ser mais intensa, podendo nesse caso tratar-se de pneumonia ou de outra infecção. Nesta altura, não é possível excluir esta possibilidade de o doente estar mais doente apenas com base nos sintomas, mas sim com base numa PCR mais elevada. Se os sintomas do doente forem evidentes e a PCR também for elevada, isso significa que as duas coisas são compatíveis. Por conseguinte, o principal objectivo de uma análise ao sangue é determinar o grau de inflamação de uma pessoa.