A taxa de cura da estenose das vias biliares 2 anos após o transplante hepático depende da causa da estenose das vias biliares e do grau de estenose. Se se tratar de uma estenose anastomótica, pode ser aliviada por colocação de stent sob CPRE; se for causada por colangite isquémica, pode ser aliviada em cerca de 40% dos doentes; se for uma estenose completa, pode ser em cerca de 10%, e se for uma estenose parcial, pode ser em cerca de 50%. A taxa de cura da estenose biliar após o transplante hepático depende principalmente da causa da estenose: se se tratar de uma estenose anastomótica, pode ser aliviada por colocação de stent sob CPRE; se for causada por colangite isquémica, pode ser aliviada em cerca de 40% dos doentes, e alguns dos doentes podem mesmo ter de se submeter novamente a um transplante hepático para curar a estenose biliar. A taxa de cura das estenoses biliares após o transplante hepático também depende do grau de estenose. Se a estenose for completa, pode levar a cirrose do fígado transplantado, coma hepático, hemorragia gastrointestinal superior e outros fenómenos na fase posterior, e a taxa de cura é baixa, geralmente cerca de 10%. Se o trato biliar estiver parcialmente estreitado após o transplante hepático, pode ser tratado por colangiopancreatografia retrógrada endoscópica ou colocação de um tubo de suporte biliar, e a taxa de sucesso pode ser superior a 50%. Quando ocorre estenose do trato biliar após o transplante hepático, recomenda-se que se dirija atempadamente ao Departamento de Cirurgia Hepatobiliar dos hospitais regulares para tratamento sob orientação médica.