A gastrite não atrófica com erosão pode tornar-se cancerosa?

Não existe uma relação inevitável entre gastrite não-atrófica e cancro. O cancro é o resultado de uma combinação de factores e de um longo processo, que resulta da mutação genética das células do corpo, e a doença celíaca não-atrófica não induz o cancro em geral.
Para o tratamento da gastrite celíaca não atrófica, é necessário fazer um bom trabalho de enfermagem, evitar a estimulação alimentar e tomar medicamentos para inibir a secreção de ácido gástrico, como o omeprazol e o pantoprazol, e medicamentos para proteger a mucosa gástrica, como a teprenona e o gel de fosfato de alumínio, etc.
Se a gastrite não atrófica com erosão não for levada a sério e os maus hábitos não forem corrigidos a tempo, os danos podem agravar-se ainda mais, levando à gastrite atrófica. A gastrite atrófica é uma doença digestiva crónica caracterizada por uma atrofia do epitélio da mucosa gástrica e das glândulas, ou por uma quemose glandular pilórica e uma quemose glandular intestinal, com um certo risco de cancro.
A gastrite erosiva não atrófica tem um certo grau de nocividade, sendo necessário aceitar ativamente o tratamento normalizado para evitar um maior agravamento da doença.