Não há forma de remover a esclerodermia, que se divide em esclerodermia limitada e esclerodermia sistémica. O prognóstico para a maioria dos doentes com esclerodermia limitada é muito bom, no máximo a atrofia cutânea local e as cicatrizes permanecerão, podendo ser aplicado um tratamento sintomático precoce, como a pomada de glucocorticóides ou a pomada de tacrolimus. Na esclerodermia sistémica, os doentes devem consultar um reumatologista numa fase precoce da doença, ou seja, durante a fase de edema da pele, podem ser aplicadas pequenas doses de glucocorticosteróides para evitar que a pele se torne fibrótica, o que pode impedir a ocorrência de novas lesões cutâneas e pode também ajudar a evitar danos nos órgãos vitais. Em doentes com lesões renais ou pulmonares, podem ser indicadas doses elevadas de glucocorticóides e medicamentos imunossupressores, dependendo da gravidade das lesões, e podem ser indicados vasodilatadores para o fenómeno de Raynaud.