O fogo durante a amamentação pode interferir com a secreção de leite, levando a uma diminuição da quantidade e qualidade da secreção, o que pode ter um impacto no crescimento e desenvolvimento do bebé. O fogo durante a amamentação pode ser causado por vários factores, tais como stress mental excessivo, agitação, ou uma dieta contendo alimentos mais picantes e estimulantes, o que coloca a mãe num estado seco e quente, o que depois interfere com a produção normal de leite e resulta em leite residual, produção reduzida de leite, e febre do leite. Depois de o bebé ter amamentado o leite, é também propenso a manifestações associadas ao fogo, tais como indigestão, úlceras da boca, garganta seca e dor de garganta, rubor facial, diarreia ou obstipação, bem como uma personalidade irritável e qualidade de sono reduzida. As consequências negativas da produção anormal de leite podem, por sua vez, afectar o humor da mãe, tornando-a mais agitada e inquieta, afectando a actividade do seu córtex cerebral, inibindo a secreção de prolactina, agravando a situação de produção reduzida de leite e levando mesmo a uma falta de leite. Por conseguinte, é importante prestar atenção à situação de incêndio durante a amamentação e lidar prontamente com ele. As mulheres lactantes devem evitar ficar acordadas até tarde e estar demasiado cansadas. Devem evitar alimentos picantes e gordurosos, tais como erva quente, churrasco e carne gorda, e comer mais alimentos ricos em vitamina C, tais como maçãs e laranjas. Se isto não puder ser mediado por repouso e dieta, consultar um médico profissional, se necessário.