A epilepsia é uma das doenças mais comuns nas crianças, e cerca de 10% delas têm epilepsia refractária a drogas. Algumas crianças são tratadas cirurgicamente de forma eficaz. Para crianças com indicações cirúrgicas, a detecção precoce e o diagnóstico preciso são importantes. Detecção precoce: Os seguintes factores podem ser associados à epilepsia refractária. Convulsões neonatais, espasmos infantis, idade jovem na apresentação, epilepsia sintomática, epilepsia persistente no início, elevada frequência de convulsões no início da doença, manifestações focais de EEG, e lesões na ressonância magnética da cabeça. Diagnóstico preciso: Com um diagnóstico preciso e tratamento cirúrgico precoce, as convulsões podem primeiro ser controladas, melhorando a sua qualidade de vida e reduzindo a carga financeira para a família. Outro ponto-chave é que pode melhorar o nível de inteligência e linguagem da criança, bem como os seus problemas comportamentais e neuropsicológicos, e se for bem tratada, a criança pode frequentar a escola normalmente e ser empregada no futuro. Algumas das síndromes de epilepsia que podem ser tratadas por cirurgia na infância são: anomalias do desenvolvimento cortical, tumores, esclerose tuberosa, síndrome de Sturge-Weber, malformações hipotalâmicas, Rasmussen, espasmos infantis, esclerose do lobo temporal hipocampal e síndrome de Landau-Kleffner.