Há uma proliferação mais acentuada de tecido conjuntivo, vasos sanguíneos e células parenquimatosas, como as células epiteliais e as glândulas. Podem formar-se pólipos na mucosa. Infiltração de células inflamatórias, ativação do sistema mononuclear dos macrófagos. A proliferação de fibroblastos pode produzir um grande número de fibras de colagénio que podem formar fibrose inflamatória, que é mais proeminente nas manifestações inflamatórias crónicas, mesmo em combinação com a proliferação de células parenquimatosas para formar pólipos inflamatórios. A proliferação das células parenquimatosas e mesenquimatosas resulta da estimulação pelos factores de crescimento correspondentes. Existe uma relação entre as anomalias estruturais a longo prazo e as lesões proliferativas tuberculosas. O diagnóstico é efectuado através do exame físico com gastroscopia e outros meios. A metaplasia é o resultado da ação direta de factores inflamatórios ou de perturbações circulatórias localizadas e de mecanismos imunitários mediados pelo processo inflamatório, bem como do perfil dos produtos da resposta inflamatória. A gravidade da degenerescência depende tanto da natureza e da intensidade dos factores inflamatórios como da reatividade do organismo. As enzimas hidrolíticas libertadas após a degenerescência e a necrose dos tecidos e das células provocam a lise e a liquefação dos tecidos e das células danificados, provocando ainda a degenerescência dos tecidos e das células circundantes e o aparecimento de disfunções orgânicas.