A gastrite atrófica pode ter uma vida inteira sem cancro.
A gastrite atrófica tem a possibilidade de cancro, mas da gastrite atrófica ao cancro, é necessário passar pelas duas fases de quimiotaxia epitelial intestinal e de proliferação heterotrófica intermédia, o que demorará vários anos ou mesmo dez ou várias décadas. Desde que se proceda a um tratamento ativo durante este período, o cancro pode ser travado.
De um modo geral, a probabilidade de cancro é maior em doentes com gastrite atrófica moderada a grave acompanhada de epitelização intestinal moderada a grave ou hiperplasia isoepitelial, enquanto a probabilidade de cancro noutros doentes com gastrite atrófica é relativamente baixa. Por conseguinte, após a descoberta da gastrite atrófica, é necessário um tratamento atempado com medicamentos como a levofloxacina, a amoxicilina, o omeprazol, a ranitidina e outros medicamentos e, em casos graves, a cirurgia para controlar o desenvolvimento da doença.
Recomenda-se que os doentes com gastrite atrófica prestem atenção ao tratamento, acedam atempadamente a hospitais profissionais regulares e sigam as instruções do médico relativamente à medicação.