A epilepsia primária pode ser curada?

A maioria das epilepsias primárias pode ser curada, mas as intervenções abrangentes, como a medicação e a cirurgia, devem ser efectuadas atempadamente, e as intervenções inadequadas podem também resultar numa recuperação prolongada. Após um tratamento ativo e normalizado, a maioria dos doentes com epilepsia primária pode aliviar eficazmente os seus sintomas e controlar a progressão da doença, e alguns doentes podem mesmo ficar curados da doença para o resto das suas vidas. Por conseguinte, a doença pode ser curada. Deve também notar-se que alguns doentes com epilepsia não tratados podem sofrer alguma remissão espontânea, mas o risco de recorrência e de incapacidade prolongada de recuperação aumenta sem intervenção, existindo também a possibilidade de acidentes com risco de vida durante as convulsões. Por conseguinte, não se recomenda que as pessoas com epilepsia diagnosticada esperem cegamente que a sua doença se resolva por si própria, devendo ser tratadas atempadamente sob a orientação de um médico profissional, a fim de obterem um bom prognóstico. Atualmente, o tratamento baseia-se em medicamentos, como o valproato de sódio, a carbamazepina, a lamotrigina, etc. A medicação ineficaz também pode ser tratada com cirurgia, mas é necessária uma boa avaliação pré-operatória. Os doentes com epilepsia primária devem procurar tratamento médico atempado e sob a orientação de médicos para um tratamento normalizado. Não se deve eliminar cegamente a medicação por conta própria para evitar consequências adversas.