Antes dos anos 80, as pedras urinárias eram tratadas por drenagem natural para pedras pequenas e por cirurgia para pedras grandes, e desde os anos 80, com a introdução da litotripsia extracorpórea por ondas de choque (ESWL), o tratamento das pedras melhorou qualitativamente e uma proporção significativa de pacientes foi poupada à cirurgia. Após os anos 90, com a invenção da nefrolitoscopia e ureteroscopia percutâneas e a introdução gradual da terapia endoluminal, 99% dos pacientes com pedras foram poupados à cirurgia. A cirurgia tradicional perturba a anatomia original e aumenta as hipóteses de formação de pedra. O tratamento minimamente invasivo moderno pode tratar quase todas as pedras, mas não resolve o problema da recorrência. A cirurgia é apenas um tratamento sintomático, (excepto obstrução). Porquê formar pedras, o que pode ser feito para as evitar e como evitar a sua recorrência devem ser as principais questões a seguir. Nos últimos anos, este problema tem sido significativamente atenuado por orientações eficazes sobre dieta e medicação, após análise da composição nodal e avaliação do estado metabólico.