O estradiol é utilizado em obstetrícia para indicar a qualidade do embrião e avaliar o efeito da preservação do feto, e em ginecologia para determinar a presença de puberdade precoce, perturbações endócrinas ginecológicas e outras doenças. 1) Obstetrícia: O estradiol é produzido principalmente pelo corpo lúteo na fase inicial da gravidez e pela placenta após a formação da placenta na 12.a semana de gravidez. O nível de estradiol é indicativo da qualidade do embrião, sendo recomendada a monitorização regular do estradiol em doentes com antecedentes de aborto espontâneo ou sintomas de pré-eclâmpsia, e é um dos indicadores para avaliar o efeito da preservação fetal. 2) Ginecologia: O estradiol é utilizado principalmente para promover a transformação do endométrio em estado proliferativo e o desenvolvimento das características sexuais secundárias femininas. Os valores normais do estradiol variam em diferentes períodos da menstruação e em diferentes fases da vida. É utilizado principalmente para diagnosticar a puberdade precoce, a disgenesia gonadal, os distúrbios menstruais pubertários, as irregularidades menstruais na menopausa e as doenças endócrinas ginecológicas, podendo também estar elevado em caso de tumores do ovário com função endócrina. Se o estradiol se encontrar elevado ou baixo, recomenda-se a consulta atempada de um hospital regular para um diagnóstico claro e um tratamento sob a orientação de um médico profissional.