O principal tratamento para a H. pylori é a terapia medicamentosa quádrupla, ou seja, 2 antibióticos, 1 agente de bismuto e 1 inibidor da bomba de protões durante 10 a 14 dias. A H. pylori é uma causa comum de gastrite crónica, úlcera gástrica, úlcera duodenal e esofagite de refluxo, e pode ser tratada com uma terapia quádrupla de duas semanas. A terapêutica quádrupla consiste em três classes principais de medicamentos, dois antibióticos, um agente de bismuto e um inibidor da bomba de protões. As combinações comuns utilizadas na terapêutica quádrupla são omeprazol + citrato de bismuto e potássio + amoxicilina + claritromicina em cápsulas. A escolha do antibiótico deve basear-se na resistência local aos antibióticos, sendo as quinolonas, como a levofloxacina, normalmente utilizadas ou o tinidazol em algumas zonas. A erradicação da H. pylori deve ser efectuada de acordo com os requisitos dos gastroenterologistas, a toma científica e regular de medicamentos durante quinze dias, a maioria dos doentes pode obter um melhor tratamento. O controlo da eficácia do anti-H. pylori deve ser revisto em ambulatório, pelo menos quatro semanas após a interrupção da medicação. O exame da H. pylori inclui duas categorias: vias invasivas e não invasivas, as vias invasivas são principalmente o teste rápido da urease após a gastroscopia para a recolha de tecidos; o exame não invasivo utiliza habitualmente o teste respiratório do carbono 13 ou do carbono 14. Estão também disponíveis testes de antigénio fecal. Recomenda-se a partilha das refeições e a utilização de pauzinhos e colheres comuns para ajudar a prevenir a infeção por H. pylori.