As compressas quentes sobre o peito não favorecem a produção de leite.
A secreção de leite é determinada pela prolactina pituitária no cérebro. Após o parto, o bebé chupa no mamilo, o que promove a secreção de prolactina pela glândula pituitária do cérebro da mãe, fazendo com que a secreção de prolactina no sangue da mãe se torne maior, aumentando assim a secreção de leite. Por conseguinte, as compressas quentes para os seios não favorecem a produção de leite.
As compressas quentes nos seios durante a amamentação podem aumentar a temperatura da superfície da pele do peito, acelerar a circulação sanguínea local, dragar as glândulas mamárias e também tornar o tecido mamário mais macio num curto espaço de tempo, o que favorece a descarga de leite.
As compressas quentes para o peito devem ter em atenção que a temperatura não deve ser demasiado elevada, o tempo não deve ser demasiado longo, para não escaldar o peito, se o peito parecer estar a bloquear o leite com caroços duros ou vermelhidão, inchaço, as manifestações de dor devem ser tratadas atempadamente por um médico, não o fazer por conta própria, para não atrasar a condição, resultando em efeitos adversos.