Rastreio da síndrome de Down de risco crítico É necessário efetuar um teste de ADN não invasivo para determinar com maior precisão se o feto tem uma anomalia cromossómica. Um resultado de risco crítico do rastreio da síndrome de Down indica que o feto pode ou não ter qualquer anomalia, pelo que deve dirigir-se ao hospital para efetuar um teste de ADN não invasivo durante as 12-26 semanas de gravidez. O teste de ADN não invasivo utiliza um método de sequenciação de ADN de alta tecnologia que permite identificar cada cromossoma com base na sequência de ADN para excluir a presença de Trissomia 21 e Trissomia 18 no feto, não sendo necessário qualquer tratamento adicional se o resultado do teste não for anormal. Se o resultado do teste de ADN não invasivo for anormal, é necessária uma nova amniocentese. A exatidão da amniocentese é superior à do rastreio da síndrome de Down e do teste de ADN não invasivo e, se o resultado do teste não apresentar anomalias, a gravidez deve ser prosseguida; se apresentar anomalias, é necessário ponderar cuidadosamente se deve ou não ser mantida. É importante efetuar um exame de maternidade adequado após a gravidez para saber se existe alguma anomalia no crescimento e desenvolvimento do feto no útero.