A ultrassonografia cardíaca não mede a hipertensão pulmonar, mas não necessariamente a ausência de pacientes que precisam ser combinados com os sintomas clínicos, bem como outros itens de exame julgamento abrangente. A hipertensão pulmonar é um estado fisiopatológico de pressão anormalmente elevada na artéria pulmonar. A sua etiologia ainda não é clara, podendo ser causada por anomalias estruturais ou funcionais da vasculatura pulmonar, genética, inflamação e outros factores. O doente pode ou não sentir falta de ar após a atividade, com sintomas como fadiga, tonturas, aperto no peito, palpitações (batimentos cardíacos acelerados, muitas vezes acompanhados de pânico), síncope, desmaios e distensão abdominal. Se o doente não conseguir detetar hipertensão pulmonar após a ecografia cardíaca, a doença não pode ser completamente excluída. Os doentes podem fazer uma avaliação exaustiva com análises laboratoriais, radiografias torácicas, TAC torácica, ressonância magnética cardíaca, cateterismo cardíaco e outros exames. Recomenda-se que os doentes tenham em conta a sua própria situação, bem como os resultados do exame, e que peçam a orientação do médico. Uma vez confirmado o diagnóstico de hipertensão pulmonar, o doente deve cooperar ativamente com o médico para tomar as medidas de tratamento pertinentes, de modo a evitar o retardamento da doença. Na vida quotidiana, é necessário assegurar um tempo de repouso suficiente e não trabalhar em excesso.